São consideradas pessoas analfabetas as que não conseguem ler ou escrever um bilhete simples

São consideradas pessoas analfabetas as que não conseguem ler ou escrever um bilhete simples. — Foto: Lorena Kubota/G1
São consideradas pessoas analfabetas as que não conseguem ler ou escrever um bilhete simples. — Foto: Lorena Kubota

A taxa de analfabetismo do Piauí foi a segunda maior do Brasil entre o grupo de 15 ou mais anos de idade em 2018, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada na manhã desta terça-feira (19). É considerado alfabetizado quem sabe ler e escrever um bilhete simples.

Segundo o levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estado vem mantendo um desempenho estável ao longo dos anos entre o público de 15 anos ou mais que não sabe ler um simples bilhete e, por isso, apresentou uma taxa de 16,6% de analfabetismo.

O Piauí ficou atrás apenas do estado do Alagoas que teve uma taxa de 17,2% de pessoas não alfabetizadas com mais de 15 anos. No Brasil, a taxa é de 6,6%, sendo que os estados com menores índices de pessoas analfabetas foram o Rio de Janeiro (2,4%) e Santa Catarina (2,5%).

Quando o público é de pessoas com 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo do Piauí continua sendo a segunda maior, perdendo apenas para o Maranhão. Ao todo, 42,7% dos idosos piauienses não são considerados alfabetizados, enquanto a taxa no estado vizinho é de 45,5%. A média brasileira é de 18% e o RJ também mantém a menor taxa, de 6,3%.

Os dados do IBGE apontam que a taxa de analfabetismo entre homens piauienses de 15 anos ou mais é de 18,3%, sendo superior à de mulheres, que é de 15,1%.

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