Cinco detentos, que fugiram no dia do motim, ainda estão sendo procurados.

Em julho, presos fizeram rebelião na Major César. — Foto: Andrê Nascimento/G1 PI
Em julho, presos fizeram rebelião na Major César. — Foto: Andrê Nascimento

O Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) da Polícia Civil do Piauí cumpriu 16 mandados de prisão preventiva na Colônia Agrícola Major César, onde foi registrada uma rebelião no dia 2 de julho deste ano. Os presos, segundo o Greco, teriam participado diretamente do ato, que destruiu parte da unidade prisional. Cinco detentos, que fugiram no dia do motim, estão sendo procurados.

Segundo o coordenador do Greco, delegado Tales Gomes, os presos foram identificados com ajuda das câmeras de segurança da unidade prisional. Eles responderão pelo motim, pelo dano ao patrimônio e por lesão corporal contra um agente penitenciário.

Delegado Tales Gomes. — Foto: Catarina Costa/G1
Delegado Tales Gomes. — Foto: Catarina Costa

“A investigação por ser dentro de um presídio apresenta a dificuldade, porque os presos não querem informar os nomes de outros participantes. Mas chegamos a esses 21 presos com ajuda das câmeras e fizemos interrogatórios em que podemos conseguir identificar outras pessoas”, informou.

Segundo o delegado, a rebelião foi iniciada depois que um agente penitenciário teve um acidente com a arma usada por ele, atirando contra a própria perna. Os detentos acharam que o disparo havia sido contra um preso e, por isso, iniciaram a rebelião.

Após o cumprimento dos mandados, todos os 16 presos identificados foram transferidos para a Casa de Detenção Provisória de Altos e para a Penitenciária Professor José de Ribamar, a antiga Casa de Custódia de Teresina.

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