Presidente Jair Bolsonaro faz declaração sobre óleo nas praias do Litoral Nordestino

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Desde o mês de setembro, poças têm sido encontradas na região

Após uma reunião com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, nesta terça-feira (8), o presidente Jair Bolsonaro levanta a suspeita de que o óleo, que até a tarde desta quinta-feira (7) atingiu 132 praias, no litoral nordestino, Bahia, pode ter sido despejado propositalmente.

O presidente apresentou a declaração após sair do Palácio da Alvorada.

A substância trata-se de um petróleo cru e de outro produto derivado do óleo. Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), a mesma está vem poluindo grande parte da costa brasileira. Ao ser questionado sobre o volume de óleo presente no mar, Bolsonaro afirmou que o volume não seria constante. E mais, ressaltou sobre as possibilidades mínimas de que o óleo viesse de algo natural “(…) parece que criminosamente algo foi despejado lá”.

O presidente ordenou que investigações fossem realizadas a fim de descobrir a origem e os responsáveis pelas manchas de óleo. As investigações, desde o último sábado (5), vêm sendo conduzidas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Ibama, Ministério da Defesa e pela Polícia Federal. Ontem, segunda-feira (7), Bolsonaro veio a discutir com o Ministério da Defesa em uma reunião sobre a situação.

Aos jornalistas, disse que as manchas têm sido analisadas desde o início do mês de setembro, acrescentou afirmou que o óleo encontrado nas 132 praias não é produzido ou comercializado no país. Para ele, as manchas encontradas têm caráter inteiramente criminoso, mas não descarta a possibilidade de ser um “acidente”.

De acordo Bolsonaro, há um país suspeito da tal atitude, mas não entrou em mais detalhes. “(…) não posso acusar um país. Vai que não é aquele país, eu não quero criar problemas com outros países. É reservado”, completou.

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